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Evolução do número de OTM's Registrados na ANTT

O Gráfico apresenta a evolução da quantidade de OTM’s registrados na ANTT. O número de habilitações concedidas no ano de 2017 ficou próximo à média dos anos 2014 a 2016. O pico de concessões do período 2010 a 2017 ocorreu em 2016, podendo ser fruto de renovação ou mesmo de exigência para participação em licitações.
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Histórico da Movimentação Ferroviária de Contêineres em TU

O volume de cargas cresceu a uma média de 4,9% ao ano em termos de toneladas úteis (TU), passando de 2,6 milhões de TU em 2010 para 3,7 milhões de TU em 2017..
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Terminais Ferroviários de Movimentação de Contêineres

O terminal ferroviário com maior movimentação de contêineres em 2017, 72.345 TEU no ano, foi D. Pedro II, da RMS, localizado na Região do Porto de Paranaguá, terminal de destino principal da carga originada em Cambé/PR - Londrina/PR, aproximadamente 500 km de distância do porto. Os terminais de Cubatão e Conceiçãozinha, localizados na Região do Porto de Santos aparecem em segundo e terceiro colocados. Os demais terminais estão localizados nas Regiões Sul e Sudeste, sendo o de Rondonópolis, operado pela RMN, o único localizado na Região Centro-Oeste, esse terminal já aparece em quarto colocado, sendo a maior originação de carga conteinerizada do país (633 mil toneladas em 2017).
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Movimentação de Contêineres nos Portos Brasileiros

Atualmente no Brasil, cerca de 95% dos contêineres chegam ou originam-se nos portos pelo modo rodoviário. A movimentação apresentou crescimento de 7,5% em 2017, quando comaparada com a movimentaqção de 2016. Analisando a movimentação do período 2010/2017, o total de toneladas líquidas movimentadas apresentou uma variação de 45,4%. Esta variação representa também um crescimento médio de 5,5% ao ano no período analisado.
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Movimentação de Contêineres Líquido por Sentido

Em termos do sentido desta movimentação, as exportações foram responsáveis por 59,2% e as importações pelos 40,8% restantes. Quando comparado com o ano anterior, verifica-se uma queda de 1,48 pontos percentuais na participação relativa das exportações em relação ao total, ainda que, analisando os valores brutos, houve um crescimento de 4,8% das exportações, na comparação de 2017 com 2016. Assim, verifica-se um aumento, proporcionalmente maior das importações, que cresceram 11,4% em relação a 2016, passando de 31,6 milhões para 35,2 milhões de toneladas líquidas.
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Principais Produtos Movimentados

Seis grupos de mercadoria do Sistema Harmonizado nível 2 (SH2) foram responsáveis por 43,3% das movimentações de contêineres em 2017, enquanto o restante é disperso entre outros 92 grupos de mercadoria. Dos 6 principais grupos de mercadoria, destaca-se o grande crescimento do grupo transações especiais entre 2010 e 2017, de 63,7% ao ano no período analisado. Os grupos madeira e cereais também apresentaram uma significativa taxa de crescimento médio, de 19% ao ano no caso do grupo madeira e 14,7% ao ano para os cereais.
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Movimentação de Contêiner por Tipo de Navegação

No porto, a movimentação de contêineres ocorre em sua maioria por dois tipos de navegação portuária, a movimentação por Cabotagem e a movimentação de Longo Curso. Quando analisado o período 2010-2017, verifica-se um crescimento de 136,6% nos valores movimentados por cabotagem, significando uma taxa de crescimento médio de 13,1% ao ano. Em termos de volume movimentado, no entanto, a navegação de Longo Curso continua sendo a responsável pelo maior volume de movimentação de contêineres, apresentando um crescimento de 29,9% em 2017, em relação aos valores de 2010, e uma taxa média de crescimento de 3,8% ao ano.
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Participação da Movimentação de Contêineres por UF

O estado que teve maior movimentação de contêineres em 2017 foi o estado de São Paulo (SP), com uma movimentação de 34 milhões de toneladas líquidas, significando 39,5% das movimentações de contêineres no país. Este valor é 44,8% superior ao movimentado por SP em 2010, representando uma taxa média de crescimento de 5,4% ao ano. Dentre os demais estados, em termos relativos, destacam-se Santa Catarina, que apresenta uma variação de 105,3%, entre 2010 e 2017, e uma taxa média de crescimento de 10,8%; Rio Grande do Norte, com uma variação de 240,2%, no mesmo período, e uma taxa média de crescimento de 19,1% ao ano; e Alagoas, que apesar de possuir o menor volume de movimentação de contêineres, dentre os estados com movimentações, apresentou um destacado crescimento de 1282,4%, no período de 2010 a 2017, e representando uma taxa média de crescimento de 45,5% ao ano no período.
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