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Investimentos

O investimento público e privado em rodovias federais no período de 2010 a 2017 chegou a R$ 116,8 bilhões, significando uma média anual de investimento de R$ 14,6 bilhões.

Deste total, o investimento público federal representou 78,8%, tendo seu pico em 2011, e seu ponto mais baixo em 2015.

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Extensão da Malha

O Brasil possui aproximadamente 1,6 milhões de km de rodovias, sendo que deste total 95% pavimentadas.
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Do total da malha, 85,9% se encontram pavimentadas e 14,1% ainda não pavimentadas.

Considerando apenas as rodovias federais, as pavimentadas cresceram 1,2 pontos percentuais em 2017 com relação a 2016, totalizando 85,9% das rodovias federais.

Já as rodovias não pavimentadas, que em 2016 representavam 15,3% das rodovias federais, passaram a representar 14,1% em 2017.

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Malha Concedida

Quando observadas as concessões federais em 2017, verificou-se a existência de 9.345 km em operação, em 19 trechos distintos, com média de 492 km por trecho concedido, sendo o de maior extensão com 1.176,5 km (BR- 060/153/262/DF/GO/MG) operado pela CONCEBRA (Concessionária das Rodovias Centrais do Brasil S.A).
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Frota de Veículos

DENATRAN

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Em 2017, a frota de veículos circulante no país chegou à casa dos 94,3 milhões, segundo levantamento do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN).

Com relação aos automóveis, a variação média no período compreendido entre 2010 a 2017, foi de 5,2% ao ano.

Quando analisado o grupo de motocicletas, a variação média registrada no mesmo período foi de 6,7% ao ano.

ANTT

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), até dezembro de 2017 aproximadamente 1,039 milhão de veículos de carga estavam cadastrados pelas empresas do setor no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga (RNTRC/ANTT).

Já o cadastramento de veículos autônomos, respondeu a quantidade de 608,6 mil registros.No período em observação, a única categoria que apresentou crescimento foi a de Cooperativas, entretanto essa categoria ainda apresenta baixa expressão, com apenas 1,3% dos registros totais.

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O cadastramento permite conhecer a idade média da frota que circula no país. Entre os autônomos, a idade média da frota é de 16,6 anos; para cooperativas, é de 11,3 anos; e para empresas, a idade média é de 8 anos.

Os veículos leves (0,5t a 3,5t) apresentam as menores médias de anos de uso (9,4 anos), seguidos da classe semi-reboque e bitrem, esses com média de 10,5 anos.

Os caminhões simples de 8t a 29t e a classe de caminhão trator foram os que apresentaram as maiores médias de, 16,8 e 14,4 anos de uso, respectivamente.

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A frota rodoviária de carga habilitada para circular no Brasil, juntamente com a frota brasileira habilitada a circular nos países vizinhos, chegou a 180 mil veículos, sendo este quantitativo 5,3% maior que o registrado em 2010.

Deste total de veículos, a frota brasileira habilitada representa 72,4%. A frota brasileira recuou 4,6% no período de 2010 a 2017, ao passo que a frota estrangeira cresceu 44,5% no mesmo período. O total da frota estrangeira habilitada soma 49.777 veículos, sendo este quantitativo equivalente a 27,6%.

A Argentina possui 34,6% dos veículos habilitados a circular no Brasil, seguida do Paraguai com 29,7%, Bolívia 12,5% e Chile 12,3%. Em relação aos veículos brasileiros, 29,1% estão habilitados a circular na Argentina, Chile 20,7%, Uruguai 19,6% e Paraguai 18,6%.

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Registro de Operadores de Transporte Multimodal de Carga (OTM)

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O número de habilitações concedidas no ano de 2017 ficou próximo à média dos anos 2014 a 2016. O pico de concessões do período 2010 a 2017 ocorreu em 2016.
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Movimentação de Cargas - Comércio Exterior

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Segundo dados do sistema Comex Stat do MDIC, o transporte rodoviário movimentou 11,5 milhões de toneladas em negociações envolvendo o Brasil e demais países da América do Sul, representando um aumento de 0,9% em comparação ao ano de 2010.

Em 2017, do total movimentado em transações envolvendo o Brasil e países da América do Sul, as duas principais vias utilizadas para o transporte foram às vias marítimas, com 63,4%, e rodoviária, com 18,1% do transporte.

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Transporte de Passageiros

VOLUME DE PASSAGEIROS

Os serviços interestadual e internacional de transporte regular de passageiros de longa distância por ônibus apresenta anualmente uma trajetória decrescente, registrando uma redução de 33% entre os anos de 2010 e 2017.

A concorrência com o transporte aéreo doméstico e a ampliação da frota de veículos pode ser uma das possíveis justificativas, que em parte está acarretando uma redução na demanda dos passageiros.

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A quantidade de passageiros transportados nos serviços interestadual e internacional, por fretamento rodoviário, apresentou redução superior a 12% entre os anos de 2010 e 2017.
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TARIFA DE TRANSPORTE

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O coeficiente tarifário, medida utilizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para regular os valores cobrados no Transporte Rodoviário Semiurbano de Passageiros e o Interestadual, manteve-se no mesmo patamar em 2017 em relação ao valor cobrado em 2016.

Já o transporte semiurbano apresentou um aumento de preços pelo terceiro ano consecutivo. No transporte rodoviário interestadual, a variação média no período 2010/2017 foi de 3,2% ao ano, quase metade do apresentado pelo IPCA médio para o mesmo período, que foi de 6,3% ao ano.

Frete Granéis Agrícolas

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Os valores dos fretes praticados, quando analisada a série histórica de 2010/2017, verifica-se que o frete com destino ao porto de Santos apresentou uma queda de 8,8% nos valores praticados, entretanto, no decorrer deste período, em 2013, o frete médio praticado foi de R$ 350,00 por tonelada, sendo este o valor mais alto desta série histórica.

O mesmo comportamento é verificado nos fretes de Sorriso para Paranaguá e Sapezal para Porto Velho, cujos valores médios de fretes caíram respectivamente 14,3% e 2,5%.